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Sobre Nós

O NUER

O NUER surgiu em novembro de 1986 a partir de um projeto de pesquisa sobre territorialidade negra e invisibilidade no sul do Brasil. Durante esses mais de vinte e cinco anos de sua existência, vem realizando pesquisas, consultorias, criação de acervos para consulta bibliográfica e projetos editoriais em sua maioria voltados para estudos sobre populações afro-brasileiras. Na interface dos estudos afro-brasileiros, diversas pesquisas foram realizadas sobre identidades étnicas, contextos migratórios, patrimônio cultural, expressões artísticas e performáticas, etnicidades e nacionalismos. Os principais campos de pesquisa estão situados na região sul do Brasil e algumas pesquisas foram feitas em países como os Estados Unidos, Argentina, Angola, Moçambique, Portugal, Suécia, Colômbia e Guatemala.

 

A questão da auto-identificação, pertença étnica e das vozes dos próprios sujeitos vem assumindo um lugar de destaque na percepção, afirmação e questionamentos das fronteiras culturais que atravessam, recortam e integram os direitos individuais e coletivos no mundo atual. Estes aspectos interagem de forma dinâmica nos processos de subjetivação, criando fortes tensões entre o individual e o coletivo, o privado e o público, o local e o global. As pesquisas realizadas no NUER objetivam conhecer, compreender e, sobretudo, problematizar as identidades étnicas e as suas interfaces no âmbito das políticas culturais e dos direitos sociais. Construindo sua problemática desde a Antropologia, o NUER vem dialogando com diversas áreas das Ciências Humanas, tais como: Direito, História, Educação, Geografia, Literatura, Linguística, Artes Visuais e Museologia. O NUER integra atualmente três áreas temáticas e sub-áreas: Educação afro-brasileira Direitos territoriais Diásporas africanas.

A Constituição de 1988 introduziu inovações relevantes ao enfatizar a concepção do Brasil como nação pluriétnica e multicultural exigindo, portanto, um maior investimento na consolidação desses novos marcos no ensino, na formação e na pesquisa científica de modo a ampliar conteúdos, aprofundar conhecimentos e oferecer oportunidades a um público estudantil cada vez mais ávido por investir em sua formação e especialização neste campo.

A CONSTITUIÇÃO DE 1988

Alguns números do projeto Kadila

4

ANOS

2013

INÍCIO

2018

TÉRMINO

A CONFERÊNCIA DE DURBAN

Ocorreu em Durban na África do Sul, entre 31 de agosto a 8 de setembro de 2001, a Terceira Conferência Mundial contra o Racismo, a Discriminação Racial, a Xenofobia e Formas Correlatas de Intolerância promovida pela ONU. O Brasil integrou, como país signatário, os termos finais da conferência, tendo se comprometido a desenvolver políticas de combate ao racismo no âmbito das políticas de Estado voltadas à educação, saúde, trabalho, reconhecimento de direitos territoriais, entre outros, com destaque para a promulgação da Lei 10.639/03, ampliada pela Lei 11645/08.

A Lei 10.639/03 que torna obrigatório o Ensino de História da África e da Cultura Afro-Brasileira, ampliada pela Lei 11.645/08, reafirma a necessidade de um efetivo apoio institucional para consolidar a formação plena de professores e futuros pesquisadores, de fortalecer os conteúdos curriculares da formação básica, além do aprofundamento das pesquisas e a qualificação de novos profissionais para atuar em diversas áreas, como instituições culturais, museus, institutos, bibliotecas, universidades, escolas, entre outros.

A LEI 10639/03

INTERLOCUÇÕES

Atualmente interlocuções ocorrem nos diversos laboratórios e núcleos de pesquisa da UFSC, como o NUER- Núcleo de Estudos de Identidade e Relações Interétnicas, situado no Departamento de Antropologia,  o LEAF- Laboratório de Estudos em História da África, o LABHSTC- Laboratório de História Social do Trabalho e da Cultura, ambos situados no Departamento de História, O Lab-Rural, do Departamento de Geociências; o Alteritas: diferença, arte e educação situado no Departamento de Estudos Especializados em Educação do Centro de Ciências de Educação; o Grupo de Políticas Linguísticas Críticas, o Literatual – Estudos Feministas e Pós-Coloniais de Narrativas da Contemporaneidade ambos do Departamento de Línguas Vernáculas, entre outros, em que atuamos, seja como integrantes e/ou coordenadores/as.